Razões para perder a cabeça

Esqueçam o iPod

O que está a dar é o walkman, e para levar na mão ou ao ombro.

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Clutch Marc by Marc Jacobs.

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Razões para perder a cabeça

Kit-Cat, Kit-Cat, Kit-Cat

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Não é que eu precise de mais gatos agitados em casa, mas voltei de Berlim (viagem de que espero conseguir falar em breve) simplesmente encantada com estes relógios. Os olhos mexem-se de um lado para o outro e o rabo também segue o compasso dos ponteiros, num design retro – retro entretanto, porque eles são mesmo antigos – que não podia estar mais na moda. Eu encontrei-os na Friedrichstrasse em todas as cores, versão gato e também gata (em vez de um laço têm um colar de pérolas e pestanas compridas como as da Minnie) mas já vi que volta e meia também aparecem na Urban Outfitters, para quem quiser felinos empoleirados nas paredes.

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Razões para perder a cabeça

Slip on

Vou contar aqui um segredo: antes de ver como a palavra se escrevia, eu achava que slip on eram ténis tão confortáveis que era possível dormir (sleep) com eles. Ainda hoje acho graça pensar nisso, até porque o sentido não anda longe da verdade (ténis sem atacadores e tão maleáveis que o pé desliza lá para dentro sem esforço). Digo isto depois de uma adolescência onde os Vans de pano aos quadradinhos andaram quilómetros nos meus pés, na versão clássica a preto e branco mas também cor-de-rosa e castanha, com cerejas, pinguins (gostava tanto desses) ou flores. De há uns tempos para cá, e com uns quantos pares ainda no closet, perguntava-me como ia ser capaz de assumir os trintas e trocar os ténis com que era capaz de dormir por uns rígidos saltos altos. A resposta chegou no ano passado, e agora em força: não trocando. Ou melhor, deixando os pinguins de lado e optando por padrões mais clássicos ou materiais mais nobres. Graças à alta moda, que resolveu pôr os slip on a deslizar pelas passarelles e a rematar as principais colecções, tudo isto é possível. E se não sou capaz de dar 500€ por uns ténis como estes lindos Givenchy,

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espero ansiosamente pela versão semelhante das grandes cadeias enquanto vou piscando o olho a estas versões mais adultas que a Vans lançou para o Outono:

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Ilustração, Razões para perder a cabeça

Sardinhada

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sardinhafarol

sardinhacarapau

Finalmente a banhos, mas a tentar agitar as águas paradas aqui do blog, partilho um cardume que a Fábrica Rafael Bordallo Pinheiro lançou em colaboração com as Festas de Lisboa para partir, ou melhor, pintar a loiça toda. A notícia é antiga – saiu em Junho, quando foram colocadas à venda as 21 sardinhas ilustradas para fazer companhia à cinza-prateada original –, mas não há maneira de resolver o meu dilema, por mais tempo que passe: compro a sardinha-farol, para guiar a primeira, que já tenho à porta de casa, ou a sardinha-piropo, sempre animada com o seu “eh carapau!”?

Sim, são estes os dilemas das férias. Já nem me lembrava.

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Razões para perder a cabeça

Que lindo manjerico

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Sempre namorei o jardim zoológico de cartão que a Toyno tem vindo a lançar, primeiro com um burro para guardar livros e revistas, depois com um crocodilo para discos e mais recentemente com um elefante para as cápsulas de café e uma girafa para o que um homem quiser. Hoje, dois amigos ofereceram-me a mais recente invenção da marca: este manjerico que segue a mesma filosofia dos produtos anteriores – placas de cartão para montar em casa – mas é o mais lisboeta de todos. Vai ficar lindo ao pé da minha janela e, melhor do que tudo, não vai murchar depois dos santos populares.

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